Thursday, 3 January 2008

O experimentalismo e a desconstrução tipográfica.



Depois da maior série de posts sobre um determinado assunto publicado em 08 postagens, chegamos ao fim dela. Ter o conhecimento teórico das práticas de design e seu surgimento vem sempre enriquecer nossa ótica quanto aos primórdios e técnicas atuais. É indispensável, e nós como profissionais, sempre devemos ler mais e mais. Este ano promete muita coisa nova neste canal, aos interessados, em caso de sugestões de temas basta apenas deixar seu comentário ou me enviar um e-mail (view profile), um grande abraço até a próxima semana.

"Assim é que o computador pessoal gráfico é hoje uma dos recursos semióticas mais flexíveis, ecléticos e prazeirosos de utilizar que existem, estimulando e enriquecendo a auto-expressão e o diálogo, a liberação e a difusão de novas idéias."

"Finalmente, é o computador que vai propiciar o rejuvenescimento, uma vez mais, da arte tipográfica, como preconizada pelos futuristas, dadaístas e surrealistas, permitindo o retorno do jogo e do acaso, fatores anteriormente oprimidos pelos funcionalistas do design, mas que agora emergem, e são cada vez mais valorizados, graças às incríveis potencialidades das novas tecnologias digitais de criação e produção visuais."

"Para concluir, citaremos um pensamento recente de Chuck Byrne e Marta Witte muito pertinente às questões que acima abordamos: ‘O efeito último da desconstrução e dos computadores no design gráfico não se sabe. O que é aparente é que mesmo que eles [os designers] tendam a se isolar de suas origens filosóficas, muitos assim mesmo estão hoje engajados no design desconstrutivo. É pena que eles desejem se isolar das origens de uma filosofia tão entremeada com a visualidade, pois ela parece ser a inspiradora de uma mudança muito significativa no design gráfico. Eles deveriam, ao invés, seguir o exemplo dos antigos pioneiros do design do século XX: procurar entender estas fontes e confrontá-las.’ (Byrne & Witte 1994: 121)"

Flávio Vinicius Cauduro
Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade dos Meios de Comunicação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (FAMECOS-PUC/RS).





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Wednesday, 2 January 2008

Produção de LCD sobe dia-a-dia.



Produção de LCD na Zona Franca sobe 312%.

A produção de TVs com tela de LCD (cristal líquido) na Zona Franca de Manaus aumentou 312% de janeiro a outubro de 2007 em relação ao mesmo período de 2006, aponta balanço anual da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) divulgado ontem. Foram 596.362 unidades, ante 144.406 no ano passado.

Além de confirmarem a nova opção dos consumidores por TVs com alta definição de imagem, os números apontam que o televisor com cinescópio convencional conhecido como tubo de imagem ou CRT (sigla em inglês para tubo de raios catódicos) deve ficar obsoleto em três anos.

Segundo o balanço da Suframa -autarquia federal que concede os incentivos fiscais na ZFM (Zona Franca de Manaus)--, a produção de TVs com tubo de imagem na região caiu 18% de janeiro a outubro deste ano, em comparação com o mesmo intervalo de 2006. Foram 8.841.581 unidades, ante 10.796.718 no ano passado. A queda deve chegar a 20% até o final do ano.

Para o presidente do órgão, Maurício Loureiro, a queda na produção de TVs com tubo de imagem é resultado da chegada da TV digital. "Essa queda vai mudar o perfil da indústria."

O tubo de imagem foi o primeiro sistema usado para transformação de sinais elétricos em luz, que formam a imagem da TV. A invenção é de 1923.

Apesar da evolução, o segmento de TVs de LCD ainda representa apenas 6,2% do total de televisores produzidos na ZFM de janeiro a outubro de 2007 -o percentual em 2006 era de 1,3%.
Kátia Brasil (Folha Online) Leia+







0713

Tuesday, 1 January 2008

Sem atividades...

Excepcionalmente hoje não teremos postagem.

> feliz ano novo <