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Tuesday, 5 January 2010

Google deve liberar mundialmente novo navegador em Fevereiro deste ano.


Imagem: Novo buscador do Google - Página Inicial

O Google que há mais de cinco anos manteve sua interface sem mudanças está testando sua nova versão nos E.U.A desde o final do ano passado. Na época, comecei a fazer alguns testes antes de postar sobre o assunto.

Com o surgimento do bing.com criado pela Microsoft, o gigante das buscas investiu pesado na melhoria do seu código de pesquisa como também em um novo visual mais intuitivo e com uma proposta bastante interessante para as buscas na web.

O novo modelo que ainda está em fase de testes já pode ser acessado, necessitando apenas de um código inserido no navegador. Porém, em alguns casos, o usuário ainda é direcionado para a sua página de origem, caso isto aconteça com você é simples, basta limpar o seu cache e colar o código novamente ao acessar.



Imagem: Novo buscador do Google - Resultados de buscas

Para conhecer a nova página, cole este código no seu browser javascript:void(document.cookie="PREF=ID=20b6e4c2f44943bb:U=4bf292d46faad806:TM=1249677602:LM=1257919388:S=odm0Ys-53ZueXfZG;path=/; domain=.google.com");

Alguns detalhes realmente melhoraram muito o novo navegador, entre eles a busca por cores, blogs, novidades, resultados recentes e ícones nas opções de buscas, entre outros.

Neste post aproveitei para inserir algumas imagens referentes ao novo navegador, em novembro do ano passado comecei a utilizá-lo. A princípio fiquei muito satisfeito com a nova navegabilidade, embora este quesito não fora tão modificado, no entanto, os ícones realmente contribuíram para um entendimento mais rápido nas opções de resultados.



Imagem: Novo buscador do Google - Resultados por cores

O próximo passo agora é verificar os pós e contras entre o novo Google e o Bing, que, aliás, já iniciei alguns estudos no momento. Tudo indica que o novo buscador deverá ser liberado oficialmente já no fim de fevereiro.

Resta esperar, enquanto isso você já pode utilizá-lo tranquilamente.



0713

Friday, 23 October 2009

Você convidado no Google Wave.





Com certeza este título na postagem deve ter chamado sua atenção, afinal, estamos acompanhado as milhares de twittadas mundialmente “desesperadas” por um convite da ferramenta que para alguns já é comparada como a “solução de todos os problemas”. Exagero? Pois é, enquanto diversas pessoas choram suas “pitangas” no twitter façamos algumas reflexões.

O Google Wave, uma nova plataforma de comunicação capaz de “alocar” diversas ferramentas sociais em um só lugar e também, ‘espelhar’ diversos gadgets entre outros. Com características aparentemente inovadoras, como por exemplo, em alguns casos, você poderá ver o que a outra pessoa está digitando, caracter por caracter em tempo real, as Waves podem ser incorporadas em qualquer blog ou website, ou ainda, textos escritos no prazo de uma onda do Google poderão ser editados por qualquer pessoa, porque todas as conversas dentro da plataforma são compartilhadas, podendo ser corrigidas, acrescentar informações, ou adicionar os seus próprios comentários dentro de uma conversa em desenvolvimento. Logicamente estes são apenas alguns pontos da funcionalidade da plataforma ao qual destaquei para entendermos um pouco mais.

A questão é, o Google sempre buscou manter suas ferramentas abertas, onde livremente qualquer pessoa pode usá-la e ainda, desenvolver ou colaborar com o desenvolvimento das apps (aplicativos dentro da ferramenta), já que seus códigos são mantidos como open source. Fica então a pergunta. Por quê manter esta plataforma fechada?

Ora, se analisarmos um pouco melhor algumas práticas no mercado, chegaremos em uma bastante usada por diversas empresas ao lançar algo novo. Surpreendentemente para alguns, o Google demonstrar utilizar desta mesma estratégia ao lançar o Google Wave há um mês atrás, isto é, a geração de expectativa como também, indiretamente a questão do status dos usuários.

Sendo mais específico, assim como nos clãs, fazer parte de algo inicialmente desconhecido da maioria das pessoas que se simpatizam pela mesma coisa, dá ao notável convidado um “status” diferenciado dos demais no círculo de convivência.




Imagem: Google Wave (via TechCrunch)


Em diversos exemplos, observamos a euforia inicial dos heavy users e o descontentamento dos que ainda não fazem parte do ‘testes’ iniciais. No caso do Google Wave, ainda estou lendo e mapeando diversas informações e comentários. Ontem por exemplo, ao almoçar com um dos convidados, Renato Di Giorgio, ele me relatou que a plataforma ainda é pesada, e que seu funcionamento apesar de cognitivo parece estar passando por diversos ajustes até o momento. Bastante compreensível até então, o que talvez justifique o pequeno envio de convites aparentemente.

Renato ainda relatou que há poucos brasileiros na plataforma, ao ser perguntado sobre a questão do status gerado na rede, ele foi taxativo em pontuar que muitos usuários demonstram ser ironicamente “estrelas” em estar usando a ferramenta.






Esta euforia pode explicar um pouco da iniciativa do Google em relação ao lançamento do Wave, não se esquecendo é claro, que ajustes em ferramentas novas são mais perceptíveis com amostragens pequenas, onde bugs e problemas de interface se mostram visíveis e facilmente são mensurados à medida que surgem dúvidas e sugestões.

Ficam dois pontos para reflexão: A infra-estrutura do Google ainda é incapaz de suportar e manter estável as tecnologias empregadas na ferramenta se o uso for aberto ao público neste primeiro momento? Ou, é estratégico mantê-la restrita a convites, para criar-se todo o impacto e gerar um alto interesse dos futuros usuários?


Registre sua opinião!




0713

Monday, 29 June 2009

A morte de Michael Jackson superou recordes nos buscadores e no Twitter, o artista ainda recebeu uma homenagem de inúmeros designers pelo mundo.


Imagem: Via Webdesigner Depot - Michael Jackson


A noticia repentina da morte do maior astro da música pop fez com que o "gigante" das buscas o Google, bloqueasse temporariamente as pesquisas com o nome do cantor, pois, as milhares de requisições feitas no sistema no inicio da noite de quinta-feira passada às 19h (horário de Brasília) conseguiram prejudicar os serviços do buscador acarretando um tráfego de informações maior que as noticias relacionadas aos Beatles nestes anos de atuação da empresa americana, segundo dados do IDGNOW.

Já no Twitter, a coisa não foi diferente, segundo dados da BBC, mais de 100 mil mensagens relacionadas ao cantor foram publicadas por minuto na noite de quinta. Ainda nas redes sociais, o porta voz do Facebook confirmou que triplicou as atualizações de status na rede.



Imagem: Via Webdesigner Depot - Michael Jackson


A comoção mundial com a morte do cantor gerou também inúmeras homenagens, em Londres milhares de pessoas se reuniram na estação de Liverpool no FlashMob convocado as pressas pela internet e no envio de mensagens por SMS.



Vídeo: FlashMob na estação Liverpool, em Londres


Diversos blogs publicaram posts relacionados à morte. O primeiro veículo da mídia a confirmar o fato, o “Los Angeles Times” afirmou ter recebido mais de 2,3 milhões de views uma hora após a publicação.

Uma das homenagens em destaque neste post fica por conta dos vários designers que se uniram para enviar as inúmeras faces de Michael ao site Webdesigner Depot, onde algumas artes foram capas desta publicação. Para conferir todas, acesse aqui.



Imagem: Via Webdesigner Depot - Michael Jackson


Aproveito para deixar registrada a minha lembrança ao astro e mortal Michael Jackson, fora de contexto ou não, mais uma vítima do estrelismo.




Imagem: Via Webdesigner Depot - Michael Jackson



0713

Friday, 12 June 2009

Cresce participação do Sonico cada vez mais no Brasil preocupando o Orkut.




Lançado oficialmente no País em setembro de 2008, a rede social digital Sonico “amigos conectados” com origem argentina já dava sinais na época que poderia de fato vir a preocupar o sucesso do Orkut.

Neste mesmo ano, além de se espalhar por países de língua espanhola, no Brasil o site já tinha cerca de cinco milhões de usuários cadastrados utilizando a rede, o equivalente a 22% da base total de cadastros (que era de 24 milhões).

Em entrevista para o portal de notícias ADNews no dia do lançamento em 2008, Rodrigo Teijeiro, criador e CEO do Sonico deixava claro suas ambições em superar o sucesso da rede social do Google no país, e conquistar mais usuários através da credibilidade em relação a segurança dos dados, o forte cuidado com os perfis “fakes” e o acompanhamento de todo o conteúdo observando o que é postado no site, uma das garantias para se evitar a pedofilia.

Apenas nos últimos três meses, foram gerados mais de 3.422 grupos, das mais de 59 mil comunidades gerenciadas por usuários brasileiros, abordando diferentes temas. Entre as categorias preferidas estão: interesse geral (mais de 22 mil comunidades), música e bandas (mais de 8 mil comunidades), diversão (mais de 8 mil comunidades) e entretenimento e cultura (mais de 5 mil comunidades).

Desde restrições a fotos consideradas inadequadas aos perfis até a total retirada de postagens impróprias segundo os regulamentos do site, fizeram com que os usuários brasileiros começassem a visualizar a diferença entre o Sonico X Orkut.

Links indesejados, clonagem dos perfis, spams aos vários entre outros problemas são os pontos cruciais para a migração de inúmeros usuários do Orkut para redes como Facebook, Hi5 e o próprio Sonico.



Entrevista: ADNews em setembro de 2008


Até o momento o Google Brasil não se pronunciou oficialmente sobre a concorrência com a rede social argentina, no entanto, um pacote de upgrades no Orkut está sendo esperado ainda para este ano, com apoio dos desenvolvedores que ingressaram no projeto Open Source do Google, novos aplicativos, melhorias na interface e integrações com outros sites prometem “levantar a moral” que vem sendo abalada entre o público brasileiro.

Por outro lado, mesmo em ampla ascensão, o Sonico ainda terá muito trabalho para derrubar de vez a hegemonia do concorrente Orkut, afinal, não será do ‘dia pra noite’ que tamanha façanha poderá se concretizar, ainda mais se tratando do ‘gigante’ Google, segundo Rodrigo Teijeiro, sua rede busca suprir todas as deficiências apontadas pelos usuários em relação ao concorrente.




0713

Wednesday, 8 April 2009

Sobre pressão, aumenta as especulações do desfecho da compra do Twitter pelo Google.




É dado como certo por alguns blogs no mundo o futuro desfecho da compra do Twitter pelo Google. Embora seja comum toda a especulação que se tem em futuras aquisições como esta, normal quando falamos de dois fenômenos digitais, como o próprio Google e agora o Twitter, porém, é preciso aguardar um pouco mais para tamanha afirmação.

No entanto, após os rumores que Evan Williams (co-fundador do Twitter) na semana passada teria se negado de ao menos pensar a respeito por US$ 1 milhão de dólares, o site americano TechCrunch afirmava que o microbloging fora avaliado em US$ 250 milhões, e que o “gigante das buscas” teria retomado a pauta para resolver o impasse da aquisição da ferramenta.

Alguns analistas de tecnologia, já traçaram a provável mudança nas buscas feitas pelos usuários, uma vez que estes já estão se acostumando a usar o search da ferramenta através dos trackers “#” em sites que pesquisam todas as tags geradas a cada twittada.

Indicando uma mudança substancial na supremacia do Google nos dias atuais, podendo ser fortemente prejudicado nos próximos cinco anos, caso continue a crescente notoriedade do Twitter em meio aos usuários comuns, lembrando que de um ano para cá, a ferramenta teve um aumento de mais de 1300% no número de usuários cadastrados.

Hoje, além dos “heavy users” e usuários comuns, aumenta o número de empresas que adotaram a ferramenta como plataforma de relacionamento interno, ações de propaganda, pesquisas e outras utilidades.

Assim como o Google existe boatos sequer confirmados sobre a entrada da Microsoft na possível negociação de compra, esta informação além de não oficializada pela empresa, não parece verdadeira, uma vez que, a ferramenta influencia diretamente as buscas do Google e não necessariamente a empresa do “tio Bill”.

Outro ponto, é que o Google não deverá encontrar a mesma facilidade nas negociações de compra como no caso do Youtube há alguns atrás, tudo por que, a cobiçada ferramenta poderá sofrer alterações no seu formato até o fim do ano, sendo ainda mais valiosa no futuro.




0713

Friday, 27 February 2009

Cresce o interesse do Google pela compra do Twitter.



Aumenta a especulação em torno da compra do Twitter pelo Google, onde diversos blogs já levantaram a reflexão em seus posts, alguns profissionais do mercado também avaliam como provável o interesse do “gigante das buscas” correrem ainda neste ano com o processo e a expectativa da futura aquisição.

Um ponto em especial deve ser observado, qual é de fato o grande interesse do Google pela ferramenta? Ora, se observarmos o crescimento bastante expressivo de usuários novos do ano passado para cá, teremos aí algo bastante relevante para o peso dessa tomada de decisão. Porém, por ser a maior e mais conhecida ferramenta de buscas atualmente, a empresa americana também vê o Twitter como uma ameaça para o seu “império”.

Tudo porque, hoje, o twitter search já tem sido um dos recursos muito utilizado pelos usuários da ferramenta, a procura por informações “frescas” sobre eventos, discussões, empresas entre outros, tem levado inúmeras pessoas a recorrerem as famosas “#tags” das micropostagens na ferramenta.

Uma vez que, se descobre outro caminho para pesquisas, isso, em determinado momento deve sim ser encarado com preocupação pelo Google, haja vista, que novas possibilidades estão a todo o momento disponíveis na rede, o ponto em comum para o sucesso ou fracasso de cada uma delas esta diretamente ligado a percepção e a rotina do uso das mesmas pelo internautas.

Dizer com certeza se o twitter irá ou não tomar uma parcela significativa da notoriedade e credibilidade da já conhecida “googlada” ainda seria prematuro afirmar, a reflexão fica por conta das mudanças trazidas com o advento da ferramenta de nanobloging. Este critério a meu ver é um dos mais relevantes na compreensão da real importância da ferramenta e suas possibilidades de exploração e interesses financeiros.

Para o Google, que sempre buscou pensar antecipando fatos, sua análise mercadológica ao que parece, além de precaver, também demonstra um pouco da sua ótica em volta da expectativa das novas possibilidades com a ferramenta. Vale lembrar, que a compra do Jaiku pelo Google no ano passado não foi um dos seus melhores negócios, pois, ao anunciar que investiria na ferramenta buscando o espaço do concorrente Twitter, ninguém esperava que meses depois a ferramenta praticamente cairia no esquecimento, havendo até a paralisação dos investimentos nela por tempo indeterminado.

Como no mercado digital, ninguém ainda consegue prever e ditar regras diretamente, nos fica mais esta incógnita, você continuaria a usar o Twitter caso ele seja realmente vendido ou não?

Acompanhe os próximos capítulos...






0713

Tuesday, 3 February 2009

Audi S4 usa patinador, esqui e asfalto em seu novo filme, totalmente nonsense ou não? Já viu o Flashmob do Google?


Foto: Esquiador no filme de lançamento do Audi S4


A fabricante Audi estreou na semana passada um filme para anunciar o lançamento do Audi S4, para não fugir a regra, a marca ousou algo no mínimo nonsense, mas, bastante chamativo. Imagine você, um esquiador deslizando no asfalto, pelas já famosas ladeiras americanas.

Apesar de inusitado, o vídeo na minha opinião, passou longe do Flash Mob feito pelo Google no lançamento do “T-Mobile” que usa "Google Android". O que dizer quando inúmeras pessoas começam a dançar durante alguns minutos na hora do ‘rush’ em uma estação de metrô. O inusitado fica por conta da reação das pessoas que passavam pela estação.



Foto: Flash Mob em ação do Google em Liverpool


Surpreendente, vale a pena você assistir primeiramente o teaser da ação, depois, claro, ver no que ela resultou.

Embora não tenha nenhuma correlação entre ambas, Audi e Google, não deixe de ver os dois filmes no Youtube, assista agora o teaser do Google, em seguida o filme.




0713

Thursday, 4 September 2008

Lançado o Google Chorme, o que vem depois?



O Google lançou oficialmente nesta semana o seu navegador próprio chamado de "Chorme". Para alegria de alguns e infelicidade de outros, fica cada vez mais claro as comentadas pretensões do Google. Com o lema "Don't be evil", ser ou não ser mau parece tão contraditório quanto os milhares de textos a favor ou contra o Google, mas afinal, onde isso irá chegar?

O que muitos acreditam, é o que podemos tratar como uma espécie de "Conspiração Googlestrósfica", se me permitem o uso deste termo, no filme "Master Plan" (masterplanthemovie.com) dirigido por Ozan Halici e Jurgem Mayer, inspirado no livro "Die Google Story", de David Vise e Mark Malseed, talvez poderemos entender melhor a complexidade da questão.

Não irei me aprofundar neste tema, mas o Google caminha para uma supremacia mais que estabelecida atualmente na Web e na Internet. Estruturando e fazendo um bom uso da sua mega super hiper base de dados, o cerco é grande e inteiramente estratégico. A busca pelo domínio de informações sobre os usuários e os aprimoramentos na mensuração dos dados conseguidos, dá à Incorporação, não somente uma valiosa moeda de mercado como também um perfil 'galáctico' de cada um de nós.

Ao mesmo tempo em que usamos bons produtos Google temos robôs varrendo nossos rastros na rede. Uma forma de cadeia da informação, bem catalogada, rica e ágil. Este sem dúvida é o universo a ser conquistado por eles. Não quero ser mais um, a escrever sobre teorias a respeito deles, falo apenas como um mero usuário antenado e ansioso por tentar compreender as diversas variações neste atual momento.

Levando em consideração é claro, toda movimentação histórica que antevêem esta tal “supremacia googleriana”. Não é realmente fácil compreender tamanho fenômeno, onde iremos chegar. Lembra-se do vídeo “Prometeus - The Media Revolution”, onde alguns ficam assustados e outros acreditam piamente no filme, publicitário ou não ele é extremamente intrigante.

A corrida do Google em diversas frentes nos remete a um preceder vago, onde as especulações soam aos milhares, mas ninguém ainda conseguiu deixar claro tamanha a periculosidade haja visto o seu potencial de armazenamento de dados mundiais.

Como se todo o escopo pessoal, o meu, o seu, o de todo mundo estivesse obscuramente sendo manipulado, estudado e porque não, estrategicamente direcionado para fins específicos.

Talvez este post tenha réplicas futuramente, tudo ainda é uma incógnita, apenas acredito que estou sendo vigiado por eles. Mas não se assuste, você também está, maquiavélico? Não sei, certeza mesmo só a incerteza disto tudo.



0713

Friday, 11 July 2008

Lively, para Second Life ainda falta muita coisa.




Recém lançado, o Lively, uma plataforma tridimensional que simula ambientes virtuais no próprio browser do usuário e que muitos já estão intitulando como o “Second Life do Google”, o que ao meu ver é algo tremendamente errado. Como ainda estou acompanhando este lançamento, vou relatar a minha sensação como usuário e não como um heavy user, o que me dá a liberdade de ‘soltar o verbo’.

O que pude perceber é que primeiramente, a conotação do Lively com o ambiente do Second Life é de fato errônea e ainda precoce demais. Pois, ambas plataformas são distintas entre si e bastante peculiares também. O Lively se destaca por não precisar de um software específico para rodar, podendo ser carregado direto no navegador. Possibilitando talvez futuramente, uma aceitação mais rápida por parte dos usuários novos ou com pouca experiência em ambientes tridimensionais.

Porém o Lively, ainda conta com uma série de limitações, o que não quer dizer que isto já não deva estar sendo analisado pelo Google. Já o Second Life conta com uma interface muito mais complexa e com um grau de interatividade muito além do Lively. Sua experimentação já demanda uma aproximação alta com ambientes digitais por parte dos usuários, e a plataforma só roda em um software específico, o que em muitos casos necessita de uma boa máquina para usar a mesma.

O fato é que esta ferramenta que fora comprada pelo Google há pouco tempo, nos deixa claro ou pelo menos nos sugere um foco especial em relação aos interesses do ‘gigante das buscas’. Tudo indica que a busca pelo conhecimento das relações de interação e uso por parte dos usuários está ainda mais sendo pesquisada incessantemente pelo mesmo.

O Google que já se destaca pelos altos investimentos em pesquisas, agora promete atrelar seus ricos dados de conteúdo de cada usuário logado durante o dia, ao experimento da sua aceitabilidade e ‘domesticação’ das ações de uso em uma plataforma tridimensional própria. Sendo no mínimo um ótimo campo de experimentação e abordagem pesquisatória.

Já deu uma passadinha por lá, confira aqui, é necessário instalar o plugin do Google para habilitar o seu navegador.




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