
Players musicais digitais ganham a cada dia mais e mais usuários, e assim, como a Last.FM tornou-se popular entre os brasileiros agora chegou a vez do Grooveshark, você já conhece?
Apesar de um pouco antigo, este software musical criado em 1997 (Escape Media Group) tem conquistado os usuários tanto da Last.FM como também da Blip.FM entre outros similares. O Grooveshark é gratuito e não exige necessariamente um cadastro para a interação dos ouvintes.
Embora sua dinâmica tenha algumas particularidades, sua funcionalidade é bem parecida com os demais players musicais da internet. Onde também há restrição para fazer o download das musicas, mas, possibilitando um link direto para comprá-las através da Amazon.com. Ele ainda oferece um mecanismo de busca por canção, álbum ou artista, permite também o upload das suas músicas ficando disponíveis a outros usuários do site. Outro recurso bacana é a criação de playlists e o compartilhamento via e-mail, Facebook e Twitter, além disso, você ainda pode gerar widgets para que outros ouvintes insiram suas listas em blogs e sites .
Como a Last.FM passou a cobrar uma taxa pela a assinatura dos usuários depois de um determinado tempo de uso gratuito, diversos internautas passaram a buscar outras opções de players online gratuitos para ouvirem suas canções no dia-a-dia.
Particularmente, depois que conheci o software confesso que reduzi e muito a freqüência com que utilizava a Last.FM, no entanto, ambos são tecnicamente excelentes, pois, seus atributos e finalidades intrinsecamente ligados a sua arquitetura e interface facilitam a utilização dessas ferramentas de forma simples e satisfatória.
Vale a pena conferir, fica a dica, acesse: http://listen.grooveshark.com/
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Wednesday, 1 December 2010
Grooveshark aumenta popularidade no Brasil.
Monday, 8 November 2010
Super Nice: A nova campanha digital de Omo

O maior investimento publicitário da marca Omo (Unilever) está sendo até o momento destinado em sua nova campanha. Lançada na quarta-feira passada, a websérie “Super Nice Responde” (ao todo três webisodes) reforça a presença da marca buscando maior interação com seu público através das mídias sociais digitais.
No coquetel de lançamento da personagem Nice interpretada pela a atriz Thalita Carauta, protagonista da campanha que conta também com a participação de Marieta Severo (a dona Nenê do seriado "A Grande Família" da Rede Globo).
Com um budget em torno de 40 milhões de reais, a marca de sabão de em pó almeja os consumidores da classe C (donas de casa e empregadas domésticas) gerando um diálogo com ferramentas como: Formrspring, Facebook, Twitter e YouTube.
Segundo Luiz Felipe Barros (@luizfelipecrb), Planejador Estratégico da F.biz a agência responsável pela campanha, o objetivo “é ser uma campanha inteiramente digital que fale diretamente com um público bastante segmentado e que acessa bem a internet”.
Além das redes sociais foi ao ar o site do projeto na sexta-feira, toda a ação é para promover o novo produto da marca, o “Omo Líquido Super Concentrado”.
Algo bem inusitado foi um dos brindes no final, entre eles o avental da Super Nice! Ficou bem bacana, criado pelo o estilista Marcelo Sommer.
Para conhecer mais, clique aqui.
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Friday, 23 October 2009
Você convidado no Google Wave.
Com certeza este título na postagem deve ter chamado sua atenção, afinal, estamos acompanhado as milhares de twittadas mundialmente “desesperadas” por um convite da ferramenta que para alguns já é comparada como a “solução de todos os problemas”. Exagero? Pois é, enquanto diversas pessoas choram suas “pitangas” no twitter façamos algumas reflexões.
O Google Wave, uma nova plataforma de comunicação capaz de “alocar” diversas ferramentas sociais em um só lugar e também, ‘espelhar’ diversos gadgets entre outros. Com características aparentemente inovadoras, como por exemplo, em alguns casos, você poderá ver o que a outra pessoa está digitando, caracter por caracter em tempo real, as Waves podem ser incorporadas em qualquer blog ou website, ou ainda, textos escritos no prazo de uma onda do Google poderão ser editados por qualquer pessoa, porque todas as conversas dentro da plataforma são compartilhadas, podendo ser corrigidas, acrescentar informações, ou adicionar os seus próprios comentários dentro de uma conversa em desenvolvimento. Logicamente estes são apenas alguns pontos da funcionalidade da plataforma ao qual destaquei para entendermos um pouco mais.
A questão é, o Google sempre buscou manter suas ferramentas abertas, onde livremente qualquer pessoa pode usá-la e ainda, desenvolver ou colaborar com o desenvolvimento das apps (aplicativos dentro da ferramenta), já que seus códigos são mantidos como open source. Fica então a pergunta. Por quê manter esta plataforma fechada?
Ora, se analisarmos um pouco melhor algumas práticas no mercado, chegaremos em uma bastante usada por diversas empresas ao lançar algo novo. Surpreendentemente para alguns, o Google demonstrar utilizar desta mesma estratégia ao lançar o Google Wave há um mês atrás, isto é, a geração de expectativa como também, indiretamente a questão do status dos usuários.
Sendo mais específico, assim como nos clãs, fazer parte de algo inicialmente desconhecido da maioria das pessoas que se simpatizam pela mesma coisa, dá ao notável convidado um “status” diferenciado dos demais no círculo de convivência.
Imagem: Google Wave (via TechCrunch)
Em diversos exemplos, observamos a euforia inicial dos heavy users e o descontentamento dos que ainda não fazem parte do ‘testes’ iniciais. No caso do Google Wave, ainda estou lendo e mapeando diversas informações e comentários. Ontem por exemplo, ao almoçar com um dos convidados, Renato Di Giorgio, ele me relatou que a plataforma ainda é pesada, e que seu funcionamento apesar de cognitivo parece estar passando por diversos ajustes até o momento. Bastante compreensível até então, o que talvez justifique o pequeno envio de convites aparentemente.
Renato ainda relatou que há poucos brasileiros na plataforma, ao ser perguntado sobre a questão do status gerado na rede, ele foi taxativo em pontuar que muitos usuários demonstram ser ironicamente “estrelas” em estar usando a ferramenta.
Esta euforia pode explicar um pouco da iniciativa do Google em relação ao lançamento do Wave, não se esquecendo é claro, que ajustes em ferramentas novas são mais perceptíveis com amostragens pequenas, onde bugs e problemas de interface se mostram visíveis e facilmente são mensurados à medida que surgem dúvidas e sugestões.
Ficam dois pontos para reflexão: A infra-estrutura do Google ainda é incapaz de suportar e manter estável as tecnologias empregadas na ferramenta se o uso for aberto ao público neste primeiro momento? Ou, é estratégico mantê-la restrita a convites, para criar-se todo o impacto e gerar um alto interesse dos futuros usuários?
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Tuesday, 29 September 2009
Tiago Yonamine conta como surgiu o twitter @trampos e suas experiências em mídias sociais digitais.

Imagem: Twitter @trampos (via twitter.com/trampos)
Em entrevista a blogosfera willpubli, Tiago Yonamine (sushi), criador do @trampos comentou sobre suas experiências em mídias sociais, seu primeiro contato com algumas ferramentas e como surgiu a idéia de anunciar vagas de emprego via twitter. Atualmente com mais de 12000 seguidores, o @trampos foi destaque em algumas revistas do meio eletrônico neste ano, se popularizando entre as empresas de comunicação digital.
No inicio.
“Comecei a me interessar pelas redes sociais quando a web 2.0 começou a refletir no cenário brasileiro de maneira considerável. Como designer, eu criava sites e a aparição e o volume de tráfego dos diversos sites de relacionamento me deixavam intrigado de como fazer comunicação nesses veículos. Quando entrei na Espalhe, uma agência de marketing de guerrilha que utiliza as redes sociais para potencializar o boca-a-boca, meu trabalho com esse assunto se intensificou e pude aprender bastante com os profissionais que lá trabalhavam e colocando a mão na massa.”
As primeiras experiências.
“Minhas experiências com redes sociais são estudos. Para mim, esses projetos são laboratórios do que se aplicar em projetos comerciais. Procuro temas que são de meu interesse pessoal para desenvolver em plataformas sociais e analiso como os usuários de nichos se comportam.”
O twitter.
“Descobri em maio de 2007. Como na maioria das redes sociais que conheço: fiz a minha conta, fucei, mas deixei abandonada até o final do ano. Não me chamou muito a atenção e convenhamos que o twitter é bem chato sem pessoas amigas para interagir. Entre o meu grupo de amigos ele começou a bombar no início de 2008, aí comecei a usá-lo de verdade.”
Divulgando oportunidades de empregos.
“Começou assim, eu sempre recebia e-mail de conhecidos se tinha a indicação de alguém para alguma vaga. De início eu repassava essas mensagens para amigos por e-mail mesmo. Depois migrei para o twitter, pois facilitava a minha vida e não precisava ficar adicionando gente no campo "para" do e-mail. No começo só os meus amigos me seguiam, mas à medida que os seguidores davam retwits o @trampos foi crescendo e hoje contamos com mais de 11k de seguidores e seus desdobramentos numa conta paralela para @estagios, mailing list com mais de 2k assinantes e uma página no facebook onde as vagas são replicadas.”
As empresas e as parcerias.
“Recentemente fiz uma pesquisa com as empresas que postam no @trampos e muitas delas - a maioria focada em comunicação online - preferem divulgar suas vagas pelo @trampos pois a audiência é diferente dos sites de emprego. Os seguidores do @trampos são pessoas inseridas no meio digital e o canal é segmentado aos profissionais de comunicação. O que diminui a quantidade de "paraquedistas" enviando currículos fora do perfil.”
“Em relação as parcerias, ainda não existe nenhuma, o que faço (e que pelos comentários das pesquisas funcionam bem) é uma ação de relacionamento tanto com as empresas quanto os seguidores que gostam de conversar. Eles não sentem que estão falando com um site ou com uma empresa, mas sim comigo, uma pessoa que está lá para criar pontes entre os dois lados.”
O crescimento do projeto.
“O @trampos já conta com uma página no facebook com 400 usuários onde as vagas são replicadas e um mailing list onde as pessoas recebem as posições por e-mail. Estou estudando um jeito de inserir de maneira bacana o @trampos no tumblr, mas ainda está em testes. Acredito na descentralização do conteúdo num único canal. Pretendo deixar o @trampos presente onde as pessoas interessadas pelo serviço estão.”
Pesquisando o mercado.
“Não tinha feito e ainda não terminei de tabular a pesquisa. Estamos com mais de 1000 respostas e acho que já é uma boa amostra. Isso vai ajudar muito nas melhorias que quero implantar no serviço. O feedback dos usuários gerou bastante insights. Atualmente, está no ar uma pesquisa para o outro lado: as agências que postam as vagas. Compilando os dados de ambos os lados, consegui entender melhor o fluxo do recrutamento online e as necessidades específicas tanto de quem oferece as vagas quanto de quem está procurando um emprego.”
A importância no meio.
“Não acho que o @trampos tenha definido um novo papel no mercado. As pessoas estão vinculando o sucesso do @trampos muito mais ao canal que ele está inserido do que o serviço em si. O modelo que quero implantar no @trampos, vai além da plataforma tecnológica que ele está hospedado, mas sim do comportamento das pessoas de modo geral. Gosto dos resultados desse experimento. Das top 20 empresas da pesquisa do brainstorm#9, 9 anunciam suas vagas no @trampos. O que é um bom sinal. Com as alterações e melhorias que estou estudando fazer, acredito que o @trampos melhorará muito.”
Tiago YonamineTrabalhando atualmente no Brasil em São Paulo, como consultor freelancer em comunicação online.
0713
Tuesday, 25 August 2009
Brasil deixa de ser o país que mais usa redes sociais.

Imagem: via Cooloris link
Segundo o estudo da consultoria americana Universal MacCann, o Brasil vem diminuindo sua participação em redes sociais de 2007 para cá, quando o País chegou a ficar em primeiro lugar com 75% do uso das redes no mundo.
A pesquisa apontou que neste ano os brasileiros caíram para a 4ª posição, ficando com 69% da participação em redes sociais, sendo que, em primeiro vem à Rússia com 85,3%, segundo a Índia com 78% e em terceiro a China com 70%.
Umas das hipóteses para esta mudança de posição dos brasileiros possa ser o amadurecimento no uso das plataformas sociais, o que estaria promovendo uma fase mais estável no meio.
Outro dado curioso da pesquisa é que os quatros países apontados como os maiores usuários (Rússia, Índia, China e Brasil) usam muito pouco, ou em alguns casos se quer chegam a usar o MySpace.
Plataformas como o Orkut são mais populares no Brasil e na Índia, o Vkontakte na Rússia e o Qq na China, embora um dos concorrentes do Google, o Facebook registrou um aumento na participação entre os brasileiros superior a 60% nos últimos 03 meses.
Ainda segundo o estudo, os países que formam o grupo dos Brics podem ensinar muito sobre as Redes Sociais, ignorar este fator pode ser extremamente prejudicial para o desenvolvimento de uma plataforma social digital de sucesso.
0713
Monday, 29 June 2009
A morte de Michael Jackson superou recordes nos buscadores e no Twitter, o artista ainda recebeu uma homenagem de inúmeros designers pelo mundo.

Imagem: Via Webdesigner Depot - Michael Jackson
A noticia repentina da morte do maior astro da música pop fez com que o "gigante" das buscas o Google, bloqueasse temporariamente as pesquisas com o nome do cantor, pois, as milhares de requisições feitas no sistema no inicio da noite de quinta-feira passada às 19h (horário de Brasília) conseguiram prejudicar os serviços do buscador acarretando um tráfego de informações maior que as noticias relacionadas aos Beatles nestes anos de atuação da empresa americana, segundo dados do IDGNOW.
Já no Twitter, a coisa não foi diferente, segundo dados da BBC, mais de 100 mil mensagens relacionadas ao cantor foram publicadas por minuto na noite de quinta. Ainda nas redes sociais, o porta voz do Facebook confirmou que triplicou as atualizações de status na rede.

Imagem: Via Webdesigner Depot - Michael Jackson
A comoção mundial com a morte do cantor gerou também inúmeras homenagens, em Londres milhares de pessoas se reuniram na estação de Liverpool no FlashMob convocado as pressas pela internet e no envio de mensagens por SMS.
Vídeo: FlashMob na estação Liverpool, em Londres
Diversos blogs publicaram posts relacionados à morte. O primeiro veículo da mídia a confirmar o fato, o “Los Angeles Times” afirmou ter recebido mais de 2,3 milhões de views uma hora após a publicação.
Uma das homenagens em destaque neste post fica por conta dos vários designers que se uniram para enviar as inúmeras faces de Michael ao site Webdesigner Depot, onde algumas artes foram capas desta publicação. Para conferir todas, acesse aqui.
Friday, 12 June 2009
Cresce participação do Sonico cada vez mais no Brasil preocupando o Orkut.

Lançado oficialmente no País em setembro de 2008, a rede social digital Sonico “amigos conectados” com origem argentina já dava sinais na época que poderia de fato vir a preocupar o sucesso do Orkut.
Neste mesmo ano, além de se espalhar por países de língua espanhola, no Brasil o site já tinha cerca de cinco milhões de usuários cadastrados utilizando a rede, o equivalente a 22% da base total de cadastros (que era de 24 milhões).
Em entrevista para o portal de notícias ADNews no dia do lançamento em 2008, Rodrigo Teijeiro, criador e CEO do Sonico deixava claro suas ambições em superar o sucesso da rede social do Google no país, e conquistar mais usuários através da credibilidade em relação a segurança dos dados, o forte cuidado com os perfis “fakes” e o acompanhamento de todo o conteúdo observando o que é postado no site, uma das garantias para se evitar a pedofilia.
Apenas nos últimos três meses, foram gerados mais de 3.422 grupos, das mais de 59 mil comunidades gerenciadas por usuários brasileiros, abordando diferentes temas. Entre as categorias preferidas estão: interesse geral (mais de 22 mil comunidades), música e bandas (mais de 8 mil comunidades), diversão (mais de 8 mil comunidades) e entretenimento e cultura (mais de 5 mil comunidades).
Desde restrições a fotos consideradas inadequadas aos perfis até a total retirada de postagens impróprias segundo os regulamentos do site, fizeram com que os usuários brasileiros começassem a visualizar a diferença entre o Sonico X Orkut.
Links indesejados, clonagem dos perfis, spams aos vários entre outros problemas são os pontos cruciais para a migração de inúmeros usuários do Orkut para redes como Facebook, Hi5 e o próprio Sonico.
Entrevista: ADNews em setembro de 2008
Até o momento o Google Brasil não se pronunciou oficialmente sobre a concorrência com a rede social argentina, no entanto, um pacote de upgrades no Orkut está sendo esperado ainda para este ano, com apoio dos desenvolvedores que ingressaram no projeto Open Source do Google, novos aplicativos, melhorias na interface e integrações com outros sites prometem “levantar a moral” que vem sendo abalada entre o público brasileiro.
Por outro lado, mesmo em ampla ascensão, o Sonico ainda terá muito trabalho para derrubar de vez a hegemonia do concorrente Orkut, afinal, não será do ‘dia pra noite’ que tamanha façanha poderá se concretizar, ainda mais se tratando do ‘gigante’ Google, segundo Rodrigo Teijeiro, sua rede busca suprir todas as deficiências apontadas pelos usuários em relação ao concorrente.
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Monday, 9 March 2009
Twitter cresce e Facebook resolve mudar sua interface nesta semana.

Com 6 milhões de usuários atualmente e com um crescimento de novecentos porcento em um ano, o Twitter realmente virou a “bola da vez”. Cobiçado por empresas, a ferramenta tem agitado o cenário das mídias sociais digitais no momento. Preocupado com a popularidade dos “twitters” pelo mundo, o site de relacionamento digital Facebook anunciou uma grande mudança em sua interface nesta semana.
Prevista para estrear oficialmente nesta próxima quarta-feira dia 11, a plataforma com cerca de 175 milhões de usuários promete disponibilizar mais agilidade e com atualizações em tempo real.
De acordo com o jornal britânico “The Times”, a nova página terá um campo com a seguinte pergunta “O que está passando pela sua cabeça?”, onde os usuários poderão postar links e até mesmo uploadar fotos e vídeos.
As atualizações instantâneas, também permitirão a criação de filtros, bloqueio a pessoas indesejáveis, restrição de atualizações de amigos entre outras coisas.
Outra novidade, é que agora o Facebook passará a atender empresas e figurões da web, oferecendo mais recursos. Tudo isso motivado ao grande sucesso que tem as contas de usuários como Britney Spears e Barack Obama no Twitter.
Confirmando uma “mudança filosófica” no Facebook, como disse o presidente Mark Zuckerberg ao “The Times” na semana passada. Ainda segundo ele, o Facebook está “buscando a convergência de todos esses diferentes tipos de pessoas no site”.
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Wednesday, 4 February 2009
Facebook quer vender dados de usuários para empresas, você concorda?

Foto: Perfil do usuário no Facebook
Esta semana alguns blogs e jornais noticiaram a possível venda dos dados dos usuários do Facebook para empresas de marketing. Segundo o jornal britânico “The Guadian”, o fundador e presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, falou sobre seus planos de comercializar os dados de aproximadamente 150 milhões de membros da rede social a empresas como ferramenta de pesquisa de marketing.
Ainda, no canal de notícias “Adnews”, que também citou o “The Guardian” no post desta semana, Zuckerberg deixou claro que “o Facebook tem acompanhado o "humor" dos usuários pelo que eles fazem online. Essas informações são potencialmente importantes para grandes marcas. A tecnologia de publicidade usada no Facebook já permite que anunciantes determinem que tipo de usuário verá seu anúncio ao se conectar à rede social. Grupos específicos podem ser escolhidos de acordo com o sexo, idade e localização que o usuário declara ao se cadastrar. O Facebook já tem uma ferramenta chamada Facebook Lexicon, que permite acompanhar os assuntos que estão sendo discutidos na rede social, com base nas mensagens trocadas por amigos. Isso mostra que a companhia já tem um banco de dados considerável com informações de usuários que pode ser explorado em pesquisas de marketing.”
Embora a grande maioria de usuários das diversas redes sociais digitais pelo mundo, entre elas o Orkut, o mais usado no Brasil, não lêem o contrato de assinatura ao criar o perfil nas mesmas, poucos sabem de fato que ao se cadastrar dão todo o direito dessas plataformas utilizarem os dados da maneira que quiserem. O que para muitos, pode não ser tão importante assim, há varias pessoas já vendo as circunstâncias com preocupação.
Ontem a questionar esta temática no “Gengibre”, onde aproveito para anunciar o site de podcast oficial da blogosfera “willpubli”, alguns usuários me responderam suas observações. Você poderá ouvir o podcast abaixo, caso queira saber mais sobre o “Gengibre” é só aguardar, já estou redigindo um novo blogpost a respeito desta ferramenta, já batizada na mídia como “twitter falante”.

Foto: Página do Podcast Willpubli no Gengibre (saiba mais sobre esta ferramenta no próximo post)
Ainda sobre o Facebook, um ponto em questão é a grande dificuldade das empresas terem seus investimentos retornados após todo o trabalho dedicado na criação dessas redes sociais digitais. Se olharmos do ponto de vista do mercado, pode ser está, talvez, uma das possíveis maneiras de se ganhar dinheiro por elas, haja vista, o grande pacote de informações sobre públicos específicos concentrados nas redes sociais.
Para saber mais, ouça agora o play abaixo, e logicamente, caso queira, compartilhe aqui a sua opinião.
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