
Nesta semana foi ao ar alguns comerciais que ao serem publicados em portais de vídeo como o Youtube, já disparam um enorme número de visitas. Como já estamos percebendo, o crescente uso deste formato de publicidade ganhou uma nova roupagem, e com o advento espantoso dos vídeos na internet, diversas marcas estão utilizando essa estratégia como forma de branding.
Dois vídeos muito bem produzidos, um deles feito pela fabulosa agência argetina “Santo”, que deixo claro, sou um grande admirador dos seus trabalhos já está sendo postado em diversos blogs. A mesma veio se destacando com os últimos trabalhos da Coca-Cola e para variar recentemente foi anunciada como a responsável pela campanha global da empresa na copa do Mundo 2010. Além de talentosa, a agência sempre rouba a cena com seu direcionamento nonsense e a irreverência intrínseca nos trabalhos.
Outro filme lançado ontem, da renomada agência "Wieden+Kennedy" também surpreendeu com a dificuldade e originalidade na idéia. Imagine você, dezenove pára-quedistas saltando e formando a palavra HONDA ao vivo na TV. É chocante, o comercial rodou em Madri, Espanha, e foi veiculado no intervalo do reality show “Come Dine With Me”.
Ainda, foi anunciado que haverá uma continuação do filme no próximo domingo, incluindo ao todo quarenta e cinco pára-quedistas, a campanha tem como mote os dizeres “Difficult is worth doing”, traduzindo, “O difícil vale a pena”.
0713
Friday, 30 May 2008
Filmes e mais filmes, cresce o uso para ações de branding.
Thursday, 29 May 2008
Saiu a primeira concorrência inteira digital do Governo Federal.

Finalmente posso dizer que o discurso realmente mudou, e não mais, ele está mudando. Tudo isto se deve a abertura da primeira concorrência digital proposta pelo governo, que contará com um budget de R$ 11,1 milhões para a agência digital que vencer a licitação.
A informação foi publicada na mídia, deixando claro que a Secom (Secretária de Comunicação Social da Presidência da República) abriu o processo licitatório, onde o documento ainda deixa claro as atribuições do projeto e os resultados que devem ser estabelecidos.
O melhor de tudo isso, é que com certeza, este fato deixa claro que o governo, na figura das suas marcas da gestão pública esta vendo claramente a importância do meio digital. Assim, tudo indica, que novos e maiores investimentos serão empregados nos novos projetos.
A questão, porém, fica por conta das agências digitais ou as agências de publicidade que se arriscam em criar ‘braços’ digitais ou ainda departamentos meramente isolados. Pelo que observo, tais empreendimentos requerem de fato uma equipe digital. Isto é, uma agência que realmente ‘viva e respire’ o meio digital. Desta forma, não fazendo projetos sem um contexto adequado ao dias atuais.
Digo, pois já notei diversos trabalhos que me passou uma impressão de ‘frutos do acaso’ ou simples layouts bem feitos. Mas, pecando e muito na funcionalidade e objetividade esperada e adequada à ferramenta. E logicamente, em se tratando de sites para governo, a proposta toda é muito mais complexa do que se imagina.
Se observarmos o público-alvo e as diversas maneiras de acesso por todas as esferas da sociedade, estes projetos não só devem se enquadrar em um wireframe apuradíssimo como também, devem ser dosados na medida certa com as tecnologias utilizadas.
Já o lado bom da história, é poder afirmar que as coisas já mudaram sim. E o bacana disto tudo, é o governo brasileiro adiantando, ou melhor, se familiarizando com a esfera digital. Na seqüência, os novos trabalhos digitais para as marcas da gestão pública, estarão abrindo uma grande porta para os profissionais de mídia digital.
Vou torcer também, para que não aja a necessidade de CPIs em processos de licitações digitais. Parece um comentário tosco, mas não é difícil de acontecer por esses ares.
0713
Tuesday, 27 May 2008
Desabafos 60 - "O paradoxo"

É lindo,
único.
Também triste,
vezes maravilhoso,
outras ruins.
As saudades,
que esquecimento.
Não condeno,
apenas vivo.
Nem acredito,
não prometo.
São instantes,
talvez momentos.
Pode não ser nada.
Que não seja,
e não venha.
Mas que fique,
quando vir.
Mero acaso,
pouco caso.
Um faz de conta.
Você,
o poema,
a escrita,
ilusão.
Isto,
digo.
Paradoxo.
willians de abreu
