Wednesday, 3 October 2007

Comunicação com jovens.



Abril mostra tendências para comunicação com jovens. Pesquisa da editora levantou sete ferramentas importantes para a atingir o público desta nova geração.

O jovem deste século XXI tem ao seu alcance pelo menos 11 aparelhos eletrônicos e costuma realizar diferentes atividades simultaneamente. Bombardeado de informações, a comunicação para atingir este público precisa de ingredientes novos, ainda pouco explorados no Brasil, mas que foram apresentados pelo núcleo jovem da Editora Abril, nesta terça-feira, 02, no seminário "Jovens sem fronteiras e os novos desafios do marketing", realizado no auditório do Ibemc São Paulo.

A partir da apresentação de casos internacionais, o estudo aponta sete tendências de comunicação para o jovem contemporâneo. São eles: Big Game, Nanoconteudos, Big Seed Marketing, Mob Maps, Creative Commons, Ficção Caótica e Alternate Reality Games (ARG). O atual estudo é uma extensão da última pesquisa elaborada pelo núcleo jovem da editora Abril, em parceria com a empresa Box, de Porto Alegre, e que mostrou as 10 tendências de consumo do jovem (ainda disponível no site http://www.ytrends.com.br/).

O ARG, segundo Kenski, é a ferramenta de comunicação mais completa por reunir todas as outras em torno da criação de um universo paralelo para os jovens. O núcleo da Abril em conjunto com a DM9DDB já possui uma experiência nesta seara por ter criado, neste início de ano, a campanha Zona Incerta para o Guaraná Antártica e que durou de janeiro a maio. Tratava-se de um jogo pautado na tentativa de privatização da Amazônia por uma empresa estrangeira.

Em dois meses, o projeto obteve a adesão de 325 mil usuários na internet e divulgação através de mídia espontânea das formas mais atípicas. A campanha ecoou no noticiário político por conta de um discurso do Senador Arthur Virgílio (PSDB-AM), em pleno Senado Federal, contra a privatização da floresta. Ele se retratou depois que soube que toda a história da campanha - que envolvia seqüestros, desaparecimento de documentos e outras tramas - estava restrita a um ambiente ficcional.
Ruy Barata Neto(Meio&Mensagem) Leia+





0713

Tuesday, 2 October 2007

Desabafos 30 - “Ruínas do Líbano”



Seus insolentes,
americanos,
usurpadores.
Covardes,
Israel pagará.
Não é justo,
matar o povo.

Indefeso,
mísseis caindo,
sobre nossas cabeças.
A cada novo dia,
um novo choro.
Uma nova tristeza.
Mais um mutilado.

Cheios de ódio,
eles atiram.
Nas crianças,
nos idosos,
bombardeiam hospitais.
Que soberania,
é mesmo humilhação.

Carrego os pedaços,
do meu pai,
da minha mãe.
Encontro meus amigos,
desfalecidos e murmurantes.
Em uma rua dessas,
nas ruínas do Líbano.





willians de abreu

Monday, 1 October 2007

O dono da colônia está dentro de casa.



A vinda da família real portuguesa é tema de 1808, livro que mostra como o País deixou de ser colônia. Em destaque o seu lançamento no jornal O Estado de S. Paulo (domingo).

Bem, não irei me aprofundar na história, de fato a vinda da corte real portuguesa ao Brasil na figura do até então príncipe D. João VI, trouxe sim muitas coisas para o País, entre elas as primeiras máquinas de imprensa.

Agora, ele não veio à toa. Fugindo à invasão napoleônica, o ‘bendito’ veio parar aqui. Afinal, o Brasil era a colônia mais rentável para Portugal e muitos, desde antes dos conflitos, já investiam na idéia de vinda para cá.

Vindo para os dias atuais, vejamos. O ‘deserto’ no nordeste do País, não é por acaso. Toda aquela área já foi mata, o problema é que nossos ‘queridos’ portugueses desmataram tudo, até virar o que é hoje.

Fato é, nossos exploradores agora estão dentro de casa. E isso já vem de longa data. Explorados, roubados e enganados, aqui estamos nós. Todo o ‘santo dia’, acontece uma nova no país. E pior, Eles, os detentores do poder, continuam a acreditar que somos tolos e idiotas.

Sim, veja você mesmo. O tal do Renan continuou, a distribuição de cargos aleatórios para os mais desprovidos usurpadores e sem nenhuma experiência para as devidas funções também. A CPMF, essa pelo jeito já virou perpétua. E o povão meu caro, este está marcado para ser explorado até o fim da vida.

Ah, já ia me esquecendo, até na hora da morte quem não estiver em dia com seus tributos, corre o risco de não ter um espaço na colônia para um digno enterro. Tudo aqui custa alguma coisa. Com exceção da dignidade do povo, esta já não é nem mais calculada pelos exploradores.


Sem palavras...





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